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	<title>Top Talent</title>
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	<description>O currículo Morreu! Viva o Blog! Escreva um post interessante e aumente suas chances de ser visto no mercado de trabalho. Aqui é o seu espaço.</description>
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		<title>Estímulos à menoridade</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 18:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Aislan Alves de Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[O estado de menoridade é um refugio para a tomada de decisões, este fato esta cada vez mais claro de se observar ao nos depararmos com a maneira como é tomada as decisões políticas em nosso país. Eleger alguém que nos reduzirá o esforço  de “pensar” é um fato, o problema é pensar em quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/08/estimulos-a-menoridade/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-6324" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/preguica-150x150.gif" alt="" width="208" height="208" /> O estado de menoridade é um refugio para a tomada de decisões, este fato esta cada vez mais claro de se observar ao nos depararmos com a maneira como é tomada as decisões políticas em nosso país. Eleger alguém que nos reduzirá o esforço  de “pensar” é um fato, o problema é pensar em quem terá de fazer isto para nós.</p>
<p style="text-align: justify;">As classes dominadas estão cada vez menos preocupadas com o rumo em que o nosso país irá, desde que sua “bolsa família” esteja mantida e outros benefícios que os reduz o esforço de trabalhar e conseqüentemente pensar. Já as classes dominantes que em sua maioria está no poder, pretendem manter este estilo brasileiro de fazer política criando “super-heróis” que mostram apenas que vão lutar pelos interesses dos pobres onde na verdade não é isso que ocorre.</p>
<p style="text-align: justify;">Educação, é a palavra que resume o motivo da nossa distância em relação aos demais países. Do que adianta destinar alguns bilhões de reais para atender famílias pobres com o maior programa de transferência de renda do mundo se quase cinco, dez ou vinte vezes deste valor é destinado a pagar juros para as 100 famílias mais ricas deste país? Do que adianta chegar a ser a quinta economia do mundo se ainda temos que manter um grande numero de famílias pobres com o bolsa família? Do que adianta o país “enriquecer”, mas a grande maioria da população não? Esses fatos não são divulgados com clareza pelos políticos em suas propagandas e sim aqueles fatos que os levarão indiretamente a reduzir seu esforço de pensar e conseqüentemente ser menos critico em relação as atitude em que eles tomarão frente ao poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse estados de menoridade é quase que um presente de nossos políticos para a sociedade, o grande problema é que estamos aceitando-o com os braços abertos, e isso não pode acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, não devemos lutar pelo caminho mais cômodo e deixar que os outros tomem as decisões por nós, e sim lutarmos para que estes nos dêem a oportunidade de andar com nossos próprios pés e fazermos que o nosso país cresça de verdade.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Paulo Aislan Alves de Sousa</em></p>
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		<title>Os impactos do mundo virtual na línguagem dos jovens</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 18:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Aislan Alves de Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet está presente na vida de pessoas cada vez mais jovens, que muitas vezes estão na fase de alfabetização que para escrever procuram sinais ou letras que simbolizam o que eles querem dizer naquele momento. Esta linguagem é defendida por muitos especialistas, pois reflete as transformações decorrentes do desenvolvimento da tecnologias que tornaram simples [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/08/os-impactos-do-mundo-virtual-na-linguagem-dos-jovens/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-6381" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/abr1-220x300.jpg" alt="" width="220" height="261" />A internet está presente na vida de pessoas cada vez mais jovens, que muitas vezes estão na fase de alfabetização que para escrever procuram sinais ou letras que simbolizam o que eles querem dizer naquele momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta linguagem é defendida por muitos especialistas, pois reflete as transformações decorrentes do desenvolvimento da tecnologias que tornaram simples conversas em constantes exercícios de escrita, que mesmo sendo informal é um meio de desenvolver a linguagem de um modo geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta ferramenta por ser um espaço de lazer para os jovens, os levam a ficar muitas horas conectados a este espaço informal da língua. Horas e mais horas em chats estes jovens justificam que quanto mais rápido escreverem, com mais pessoas conseguem conversar e devido a isto, aderiram a escrita abreviada.  O resultado desta experiência  é que os jovens estão adentrado mais a escrita e a leitura, mesmo com a utilização dessas abreviaturas, resultado positivo para a educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o escritor João Silvério Trevisan:</p>
<h6 style="text-align: justify;">Mesmo nas salas de namoro, quem se expressa melhor se dá melhor. A internet força um</h6>
<h6 style="text-align: justify;">aperfeiçoamento da expressão, sob pena de se tolher a comunicação. E esse é o sentido da</h6>
<h6 style="text-align: justify;">linguagem escrita e, por extensão, da literatura: exprimir-se para se comunicar.</h6>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esta ferramenta não foi um privilégio para as gerações passadas, que  ficavam apenas como receptores das informações sem ter esta prática cotidiana da escrita gerada pela internet. Devido a isto estas pessoas encontram dificuldades de se inserir neste mundo modificado pelo desenvolvimento da tecnologia e juntamente da linguagem, o que leva ao aumento do numero de vagas nos cursos de informática voltadas para adultos e para a terceira idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, estes impactos devem ser visto com bons olhos, porque estes, são resultados da “evolução” da cultura destes jovens, que esta levando imperceptivelmente um momento de lazer, em um constante exercício de desenvolvimento da escrita.</p>
<p style="text-align: justify;">Referências bibliográficas:  YURI, Débora. Escrita virtual<em>. Revista da Folha. </em>São Paulo, fev. 2003<strong>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Paulo Aislan Alves de Sousa</em><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Discurso sobre as convicções</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 14:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Teixeira Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[convicções; princípios pessoais; credos;]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sou democrata. Não preciso de profissões de fé nem de teoria política para respeitar-me, respeitar os outros, ser honesto, leal, justo, amigo, solidário. Não sou religioso. Não preciso de verdades de fé nem de dogmas para ser fiel aos meus princípios pessoais, fruto de uma construção trabalhosa e consciente, ao longo de toda uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/08/discurso-sobre-as-conviccoes/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-6374" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/reflexao1.jpg" alt="" width="300" height="298" />Não sou democrata. Não preciso de profissões de fé nem de teoria política para respeitar-me, respeitar os outros, ser honesto, leal, justo, amigo, solidário. Não sou religioso. Não preciso de verdades de fé nem de dogmas para ser fiel aos meus princípios pessoais, fruto de uma construção trabalhosa e consciente, ao longo de toda uma vida, aprendendo com os erros meus e dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito em mim e na bondade dos outros. Não acredito em milagres, a não ser no milagre quotidiano da vida com todas as suas alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, incertezas e profundas convicções. Vendo-me, como toda a gente, mas tento ter um preço tão alto que desencoraje possíveis compradores. E vendo-me por afetos, por amor, por amizade, por ideais, nunca por moedas. Amo as pessoas sem distinguir gêneros, credos nem cores. Sou intransigentemente fiel. A mim mesmo, à minha consciência, não a amores e desamores frutos de tortuosos caminhos que levam da incerteza à desconfiança, da desconfiança ao ciúme, deste ao ódio. Premio-me quando acerto, emendo-me quando erro.</p>
<p style="text-align: justify;">Choro, sem pudor, quando o peito aperta e a angústia se instala nas vísceras. Tento ser paciente e condescendente com as minhas fraquezas e com as dos outros porque já errei muito e já falhei inúmeras vezes, mas nunca deixei de ser eu por isso, nunca me menosprezei nem diminuí. Acreditei sempre que é possível refazer tudo, mudar tudo, recuperar tudo, menos a morte. Por isso sou tolerante com a inépcia dos outros, não com a irracionalidade nem com a intransigência, com a maldade desnecessária nem com a desumanidade degradante. Aprecio e louvo a beleza, ouço os poetas, o bramir do vento, a chuva, o estalar das folhas secas no verão, o murmúrio do mar na calma, e o seu rugido na fúria da tempestade, os grilos sob as folhas da erva, a música. Gosto das coisas frágeis e da força das coisas. Sem medo de cometer pecados ou receio de castigos eternos, antes por que acredito que é assim a lei natural. Entendo a verdade como a coerência do pensamento com o pensamento não como entidade externa e absoluta, universal e razão bastante que justifique infligir, qualquer tipo de mal ou castigo, seja a quem for. Não acredito em sorte ou determinismos. Sei que é sempre possível tomar a vidas nas próprias mãos e fazê-la vergar-se à nossa vontade, se estivermos dispostos a pagar o preço. Acredito que tudo tem um preço, é preciso que valha a pena pagá-lo. Não acredito na justiça humana. Acredito num equilíbrio universal que ora se desloca no sentido da nosso querer e conveniência, ora, com a mesma falta de razão, no sentido oposto.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfrento as tempestades de peito aberto quando posso, refugio-me dentro de mim e espero melhores dias, quando me falta o ânimo, a vontade ou a força para fazê-lo. Recuo e avanço. Venço e sou derrotado. renuncio ou reafirmo-me. Exulto de humana vaidade pelas minhas vitórias ou coro de pudor pelas minhas fraquezas. Perco-me e encontro-me todos os dias. Enfim, sou homem, tanto quanto me permitem as humanas forças.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Marcelo Teixeira Lima</em></p>
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		<title>Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 14:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Durante da Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É difícil categorizar assuntos hoje em dia, assim como é difícil categorizar pessoas. A velocidade com que as informações transitam e a flexibilidade em que as pessoas têm em assimilar essas informações, ou até mesmo em interpretá-las, torna o nosso dia-a-dia um tanto quanto dinâmico. Enquanto escrevo códigos, começo a raciocinar sobre um texto que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/08/cultura/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-6370" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cultura-273x300.jpg" alt="" width="263" height="252" />É difícil categorizar assuntos hoje em dia, assim como é difícil categorizar  pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">A velocidade com que as informações transitam e a flexibilidade em que as  pessoas têm em assimilar essas informações, ou até mesmo em interpretá-las,  torna o nosso dia-a-dia um tanto quanto dinâmico.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto escrevo códigos, começo a raciocinar sobre um texto que lí a  respeito da Geração Y e de como as mídias sociais podem influenciar a cabeça das  pessoas, no bom e no mal sentido. Então inicio uma conversa sobre a diretora de  um sindicato que tem o “célebro” do tamanho de uma ervilha encolhida e, de  repente, o papo ruma para a mudança comportamental das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que algumas pessoas não conseguem abrir a cabeça para as novidades? Por  que simplesmente não adentram a “era da informação”? O que dificulta a mudança  de atitudes e de pensamentos? Qual o motivo de um indivíduo em ignorar todo e  qualquer tipo de mudança?</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta é simples: Resistência cultural.</p>
<p style="text-align: justify;">A palavra cultura é usada para definir o modo com que uma pessoa se  identifica perante à sociedade, como ela se comporta, quais são as suas crenças  e no que se baseam seus valores. Não estou dizendo que devemos abrir mão disso.  Não, de jeito nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;">Gosto de pensar que, assim como a cultura é algo dinâmico, devemos também ser  pessoas dinâmicas, não no sentido de precisar saber um pouco de tudo e querer  experimentar tudo, mas de enxergar as coisas sem preconceito e sem  julgamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, seja aberto a novidades. Não precisa fazer parte, mas tenha maturidade  o suficiente em entender que as coisas mudam, e que se você não fizer parte da  mudança, aos poucos será considerado um “fora de moda”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Luiz Henrique Durante da Silva</em></p>
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		<title>O “Jogo do Contente”.</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 14:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Atrasados. Já passou da hora de a sociedade como um todo aprender a agir de maneira mais sustentável, afinal  é disso que depende o nosso futuro. Sei o valor imensurável do meio ambiente e quando digo meio ambiente, não estou falando apenas de fauna e flora, me refiro a mim, a você, porque querendo ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/08/o-%e2%80%9cjogo-do-contente%e2%80%9d/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-6336" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/z-blog2.jpg" alt="" width="281" height="208" />Atrasados. Já passou da hora de a sociedade como um todo aprender a agir de maneira mais sustentável, afinal  é disso que depende o nosso futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Sei o valor imensurável do meio ambiente e quando digo meio ambiente, não estou falando apenas de fauna e flora, me refiro a mim, a você, porque querendo ao não somos todos, parte dessa teia.</p>
<p style="text-align: justify;">Não vá pensando que matar um animalzinho aqui, incendiar uma floresta ali&#8230; E por ai vai&#8230; só afeta a natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira nenhuma, estamos todos dependentes um do outro. E basta um fio dessa teia arrebentar para que todos os esforços realizados para tecê-la sejam em vão. E é justamente isso que vem acontecendo paulatinamente e que precisa ter um basta. Então peço a atenção de todos para o que dizem os ambientalistas. Faça sua parte independente se o outro faz ou não. A situação há de ficar cada vez pior, mas se cada um fizer o mínimo de ações será possível sim, reverter um  pouco de todo o mal que fizemos. Não estou dizendo que a sociedade vai despertar e que tudo mudará da noite para o dia, não mesmo, afinal estou me referindo aos “seres humanos” (se é que todos, assim podem ser chamados) e meu mundo não é o de Pollyana. (Para quem não sabe, Pollyanna é um livro no qual sua filosofia de vida está focada no que ela chama &#8220;O Jogo do Contente&#8221;. Em síntese, “o jogo do contente” é sempre assumir uma atitude otimista, não importa quão difícil seja a situação).</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, eu agora os convido para jogar o “Jogo do Contente”. Vamos? O milionário fazendeiro destrói metade de uma reserva ambiental para servir de pasto para suas inumeráveis cabeças de gado. O açougueiro ficará contente, pois o preço da carne não irá aumentar e a clientela continuará comprando cada vez mais. Os vorazes carnívoros darão vivas, pois não faltará carne em suas mesas. Viu como todos ficaram contentes, independente do acontecido, eles viram um lado positivo em tudo isso. Agora mais uma pequena historinha do “Jogo do Contente”. O produtor rural se orgulha de suas plantações, ele produz desde hortaliças até frutas, e são umas maiores que as outras (é de causar espanto, inclusive a quantidade de litros de agrotóxicos despejados nas plantas e no solo, para que esses produtos fiquem assim). Os vegetarianos por vez ficam maravilhados com as verduras e frutas que encontra no supermercado.</p>
<p style="text-align: justify;">E o dono do supermercado fica ainda mais contente porque com os agrotóxicos, os vegetais não estragam tão rápido, e ficam mais vistosos, o que faz a clientela procurar sempre por esses produtos. Já pessoas como eu, e talvez você que optamos pelos dois estilos alimentares (somos carnívoros e vegetarianos), ficamos ainda mais contentes porque temos muita carne de “boa qualidade” em oferta e vegetais e frutas “extremamente suculentos e sem bichos”. Viu?! Esse é o jogo do contente. Não importa que o fazendeiro destrua a floresta para a pastagem, ou encha seu gado de soro e outros produtos adicionados a sua comida para que ele cresça mais rápido e assim ofereça mais carne, ( carne esta, cada vez menos saudável). Não importa que o agricultor injete no solo, na água e na sua boca venenos que podem reduzir sua vida a cada refeição. Tudo isso não importa, porque afinal estamos todos contentes, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Errado. Eu peguei a idéia do livro Pollyanna apenas para mostrar que no mundo real as coisas não são e não devem ser assim. Esse “Jogo do Contente” só serviu no mundo de Pollyana, e nós não fazemos parte desse mundo (eu pelo menos, não!). Não sou contra atitudes otimistas, pelo contrário, o que eu proponho é fazer com que as pessoas enxerguem o futuro dessa forma, mas sem exageros. Não podemos ficar contentes com a situação cada vez mais deplorável em que se encontra o meio ambiente. Não podemos achar que por mais que as pessoas tomem atitudes como estas e ajam dessa forma tudo dará certo, porque não é assim. Se continuarmos como Pollyanna estaremos fadados ao “Jogo do Contente”, e nesse contexto o “Jogo do Contente” não tem nada de contente.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Lucimara Leandro</em></p>
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		<title>Algumas Notas sobre E-COMMERCE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 13:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lays Braga</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Novo Comércio - E-commerce]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/08/algumas-notas-sobre-e-commerce/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-6302" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ecommerce-300x238.jpg" alt="" width="214" height="215" />Há algumas semanas assisti a uma palestra na Universidade sobre E-commerce, estavam presentes os diretores de MKT do Google, Bullet e IKEDA.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram apresentados estudos sobre as ferramentas de desenvolvimento e inovação do Google e além da gama de informações sobre E-commerce.</p>
<p style="text-align: justify;">As apresentações seguiram com forte investimento na estratégia do E-commerce, que nada mais é do que o comércio eletrônico, tendências de consumo eletrônico, com os sites de compra coletiva, as pesquisas de preços, produtos, características dos mesmos, na Internet, no &#8220;Google&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais interessante que posso ressaltar das palestras é como alguns assuntos despertam interesse nas pessoas, que pude perceber após o término das falas dos palestrantes e abertura para perguntas.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a palestra fui mais afundo no tema, e fiz diversas pesquisas sobre o e-commerce, e com isso tive meu primeiro contato com os sites de compra coletiva. Tais como: ClubeUrbano, PeixeUrbano e Clickon, que se tratam de sites onde existem milhares de inscritos de diversas regiões, assim possibilitam as empresas realizar &#8220;promoções&#8221; (ofertas), que se tornam atrativas aos inscritos por conter descontos consideráveis que visam facilitar a adesão de alguns serviços que em preço normal os usuários não se sentem motivados a desfrutar pelo preço dos produtos e/ou serviços, não que o preço seja o pré-requisito, existem uma série de &#8220;combos&#8221;  que tornam as ofertas bastante atrativas, também.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, os sites de compra coletiva são tendenciosos no momento e jornais como &#8220;Estado de São Paulo&#8221;, &#8220;Folha de São Paulo&#8221;, além dos sites, IG último segundo, Blues Bus, Brasil Econômico, Red Write Web Brasil estão dissertando sobre esta tendência ao mercado eletrônico e as movimentações que estão surgindo com ele, como a mudança nos rumos do consumo, novos paradigmas sobre o consumo dos países globalizados. É fato, o e-commerce é o Novo Comércio e os brasileiros ainda vão discursar bastante sobre ele,  assim como, irão lucrar, usufruir dos benefícios em caráter econômico financeiro e das facilidades desta inovadora maneira de fazer comércio.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma boa noite a Todos,</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Lays Braga</em></p>
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		<title>Arma de negociação</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 14:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas F. Milanezi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Ouvir é uma dádiva que oferecemos aos outros. Só temos a ganhar quando estamos ouvindo. Sempre haverá algo que não sabemos. Precisamos prestar atenção para conseguir ouvir. Precisamos prestar atenção para adquirir informações. Precisamos prestar atenção para tomar decisões. Tem um verso da bíblia que diz assim: “Quem responde antes de ouvir comete insensatez e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/03/arma-de-negociacao/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-6280" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/escutar-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Ouvir</strong> é uma dádiva que oferecemos aos outros. Só temos a ganhar quando estamos ouvindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre haverá algo que não sabemos. Precisamos prestar atenção para  conseguir ouvir. Precisamos prestar atenção para adquirir informações.  Precisamos prestar atenção para tomar decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem um verso da bíblia que diz assim: “Quem responde antes de ouvir comete insensatez e passa vergonha.” Provérbios 18: 13. Pare e pense um pouco… Isso é uma super verdade, não é?</p>
<p style="text-align: justify;">A causa de um conflito sempre são palavras impensadas.</p>
<p style="text-align: justify;">No livro “The art of the Deal” [A arte da negociação], Donald Tump  diz o seguinte: &#8220;A maior arma na mesa de negociação é a habilidade de  ouvir. Aquele que presta mais atenção, com sinceridade e pureza de  coração, sempre colhe os dados necessários para tomar uma decisão  correta. Quem fala menos lucra mais. Por que? Nunca temos que dar  explicações daquilo que não dizemos. Não temos de nos retratar, corrigir  ou alterar uma declaração ou observação que não fazemos. Deixe que as  pessoas expressem o que estão pensando.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Estou certo de que muitos dos leitores são pessoas de sucesso, ou buscam por esse sucesso. E provavelmente vários têm capacidade suficientes para alcançar-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Pare, pense um pouco sobre sua vida e responda: <strong>Quantas vezes conversou com alguém e simplesmente ouviu o que aquela pessoa tinha para falar? Qual foi o resultado dessa atitude?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Lucas Facioli<br />
</em></p>
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		<title>A profissão do Engenheiro Ambiental</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 17:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>

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		<description><![CDATA[A profissão do Engenheiro Ambiental. Carreira, Mercado de trabalho, Formação. Afinal o Engenheiro Ambiental é um Ambientalista?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/02/a-profissao-do-engenheiro-ambiental/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-6271" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/pedamb_logo.png" alt="" width="260" height="264" />A crescente preocupação com a qualidade ambiental e as exigências  impostas pelas legislações vigentes têm levado indústrias e empresas do  mundo todo a buscarem alternativas de produção mais limpa,  matérias-primas renováveis, redução e destinação adequada dos resíduos,  racionalização no consumo de energia e recursos naturais, entre outros,  através dos sistemas de gestão ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto surge a imporância cada vez maior dos profissionais em meio ambiente, em caráter especial, do Engenheiro Ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">Engenheiros ambientais são profissionais      responsáveis por avaliar a dimensão das alterações      benéficas ou prejudiciais ao meio ambiente causadas pelas atividades do      homem. Adotam procedimentos capazes de minimizar os impactos indesejáveis      em escala local, regional ou global. Participam de estudos que visam a fazer o      levantamento das características do meio ambiente para analisar suas reações    às possíveis mudanças. Preparam relatórios sobre os      impactos de certas atividades sobre o meio e ainda propõem, implementam      e acompanham medidas ou ações de preservação do meio      ambiente nas áreas urbana e rural. Por meio de projetos que aliam desenvolvimento      econômico e preservação da natureza, os engenheiros ambientais      promovem a chamada manutenção dos recursos naturais, mas que permite o crescimento      da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para    exercer a profissão de engenheiro ambiental é necessário    o diploma de graduação do curso de engenharia ambiental. O total    domínio do inglês e de computação são exigências    muito comuns. Além da formação técnica de qualidade,    as empresas cada vez mais demandam conhecimentos na área gerencial e valorizam    conhecimentos gerais, flexibilidade, capacidade de trabalho em equipe e facilidade    de relacionamento. Engenheiros devem estar sempre bem informados sobre novas tecnologias,    que avançam muito rapidamente, através de constante leitura de revistas    e livros especializados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mercado de Trabalho:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As perspectivas de trabalho        para os engenheiros ambientais são bastante promissoras. Nos próximos        cinco anos deverão formar-se centenas de especialistas na área e        a expectativa é de que esses profissionais sejam rapidamente absorvidos        pelo mercado. A crescente conscientização da população        em relação à necessidade de preservação do        meio ambiente e a demanda internacional para que empresas se enquadrem às        normas internacionais de qualidade (certificados ISO 9000 e ISO 14000) abrirão        muitas oportunidades para a categoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, já há grandes fundos        de investimento que só aplicam seus recursos em empresas que cumpram essas        normas e se preocupem com a preservação ambiental. Algumas grandes        indústrias do setor privado mantêm contatos com as escolas que oferecem        o curso, visando a aproveitar os estudantes logo que se formarem e oferecendo        vagas para estágio. O setor público também deverá        oferecer cada vez mais vagas nas secretarias de meio ambiente e órgãos        ligados à terra e ao planejamento urbano nos níveis federal, estadual        e municipal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Engenheiro ou Ambientalista? (opinião)<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade os dois conceitos podem ser aplicados aos Engenheiros Ambientais, visto que na formação acadêmica a grade multidisciplinar dá o enfoque para ambos os casos.</p>
<p style="text-align: justify;">No Aurélio, o ambientalista é descrito como especialista em assuntos ou  problemas relacionados ao meio ambiente. Porém, não existem  universidades que formem “ambientalistas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser ou não um ambientalista é, na verdade, muito mais uma atitude de  vida, uma filosofia pessoal, do que uma profissão. Sem dúvida que  existem por aí muitos ecólogos que não são ambientalistas e muitos  especialistas em direito ambiental que só usam esse conhecimento para  defender os infratores ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha opinião, ser Engenheiro Ambiental é pensar como Engenheiro sem deixar de agir e propor alternativas como ambientalista. É buscar novas formas de tecnologias, buscando como principal beneficiário o meio ambiente e o homem.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Cristiano Dutra</em></p>
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		<title>Gestão de Custos: Onde há Rateios, há Distorção</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Mar Nunes da Silva Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem sombra de dúvidas, para uma empresa ter sucesso atualmente, nesse mercado altamente competitivo em que vivemos, é extremamente importante que ela esteja munida de informações financeiras para sustentação e crescimento do seu negócio. Dentre elas podemos destacar políticas de preços, análise de margem de contribuição, análise da relação custo/volume/lucro, análise da estrutura de custos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/02/gestao-de-custos-onde-ha-rateios-ha-distorcao/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-6256" href="http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/02/gestao-de-custos-onde-ha-rateios-ha-distorcao/picture1/"></a><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-6257" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Picture11-150x150.jpg" alt="" width="229" height="229" />Sem sombra de dúvidas, para uma empresa ter sucesso atualmente, nesse mercado altamente competitivo em que vivemos, é extremamente importante que ela esteja munida de informações financeiras para sustentação e crescimento do seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre elas podemos destacar políticas de preços, análise de margem de contribuição, análise da relação custo/volume/lucro, análise da estrutura de custos, análise do mix de vendas de produtos, prazos de compras e recebimentos e etc. Bem, até aqui nenhuma novidade sobre o que muitas vezes se tenta ensinar nas salas de aula dos cursos de administração.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas meu objetivo aqui é fazer uma crítica curta ao sistema “moderno” de gestão de custos das empresas, que dentre todos os indicadores, é um dos mais importantes que influenciam diretamente a tomada de decisão.<br />
O sistema de custos dentro de uma empresa deve ter como objetivo obter e estudar o custo em cada nível de gerenciamento, montar responsabilidade para controle de custos, buscar o entendimento de quais custos são controláveis e quem são os responsáveis pelos aumentos ou diminuições das despesas.</p>
<p style="text-align: justify;">Também deveria preparar relatórios comparativos de custos, análises, estudos de orçamentos e custos reais de investimento. Ou seja, suprir a empresa de informações para auxílio na gestão do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumidamente, uma empresa não consegue sobreviver sem um controle de custos eficiente. Toda empresa vive de seus lucros, por isso, se ela não souber quanto custa sua operação e/ou produto, não saberá se está perdendo ou ganhando. Parece óbvio, mas muitas empresas além de não enxergar o óbvio, ainda contratam profissionais que nem sequer sabem o que significa o óbvio.<br />
Se não houver controle eficiente de custos e também um bom controle do volume produzido e comercializado, a parcela do lucro poderá ser reduzida, podendo inclusive gerar prejuízos. E por isso, o bom administrador precisa ficar de olhos bem abertos à estrutura de custos da sua organização.<br />
Outro ponto é que não basta apenas olhar para o sistema de custos como uma caixa fechada e esquecer-se do resto, pois tudo é interligado. Assim, necessariamente ao olhar os custos, deve-se olhar também o preço de venda, e aí está a grande questão desse artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, considerando o aumento do grau de competição nos diferentes segmentos, o preço de venda de um produto começa a ser formado pelo mercado (preço que os consumidores estão dispostos a pagar e não necessariamente o preço justo do produto).<br />
Admitindo então que o preço de venda de um produto seja definido pelo mercado, pode-se fazer a seguinte pergunta pertinente: &#8220;Se, antes, havia necessidade do custo para formatar o preço de venda e, hoje, o preço de venda é definido pelo mercado, portanto, não há mais necessidade da formulação do custo dos produtos dentro das empresas&#8221;. Correto? Pense de novo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha humilde opinião, essa afirmação faz total sentido. Do que me importa o custo se eu não controlo mais meu preço? Questão para se pensar.<br />
Infelizmente, a determinação do custo do produto, hoje, é feito da mesma forma como é feito a “milhões de anos”, ou seja, rateando a parcela dos custos fixos que pertence à empresa e somando à parcela dos custos variáveis que pertence ao produto. Todavia, em função da evolução e da modernização da tecnologia, da evolução e do crescimento da informática, da evolução e modernização das técnicas de gestão, entre muitas outras coisas que crescem em termos proporcionais, a parcela dos custos fixos está pesando tanto quanto ou mais do que a parcela dos custos variáveis.<br />
O que eu quero dizer é que hoje estamos rateando uma parcela grande de massa de custos sobre uma parcela também grande (e que já recebe rateios por natureza), e com certeza vamos ter uma distorção bem grande na formação do custo unitário dos produtos. E isso pode mudar consideravelmente a margem de contribuição de seus produtos. Com isso, as decisões ao nível operacional (incluindo ordens de produção) ficam bastante complicadas ou podem estar totalmente equivocadas quando relacionadas à busca de lucratividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Independente se faz sentido ou não, se estão erradas ou não, muitas empresas continuam aplicando os conceitos tradicionais de apuração de custos e desempenho. Método ultrapassado que acredita que o tempo da mão-de-obra direta é importante componente do custo do produto e que a atividade de compras se centra apenas na troca freqüente de um fornecedor pelo outro, para comprar pelo menor preço possível.<br />
Empresas especializadas em softwares de gestão fazem a alegria das empresas desenvolvendo os melhores sistemas de custos, que calculam os elementos de custo até o derradeiro nível de particularidade, sumarizando-os depois por produtos. Mas, temos de admitir que onde há rateios, há distorções, e os resultados dos softwares raramente apresentam informações para uma tomada de decisão assertiva e verdadeira.<br />
Enquanto as coisas mudam de forma bem devagar, ainda teremos de nos deparar com: padrões de mão-de-obra que raramente se aproximam do custo real, custos de depreciação que raramente refletem a verdadeira redução do valor do bem (considerando-se sua vida útil real), supervisores e empregados de fábricas que “burlam o sistema” para terem rateios e resultados mais satisfatórios e empresas que ainda fixam seus preços de venda com base nos custos dos produtos (distorcidos pelos métodos de rateio) ao invés de prestar atenção ao mercado e a competição.<br />
Aí você me pergunta, mas qual a solução para se chegar a um sistema de custos eficiente e verdadeiro? Bem, existe um sistema que vêm sendo difundido baseado na teoria das restrições desenvolvida por Eliyahu M. Goldratt, chamada de Contabilidade de Ganhos. Mas isso será conversa para um outro momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, uma análise criteriosa de toda a cadeia de transformação e uma nova forma de análise podem significar economias significativas e aumento de lucros, pois existe muito dinheiro sendo jogado fora por conta de decisões não tão acertadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Luiz Mar Nunes da Silva Junior</em></p>
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		<title>Selva Digital.</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 13:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo Baudrillard &#8220;Simular é fingir ter o que não se tem&#8220;. No entanto, simular não é tão fácil quanto parece (o próprio Baudrillard se vale de uma série de explicações para melhor esclarecer o que ele quis dizer com isso), pois “simular” nesse contexto não é “fingir”, vai muito além dessa idéia. Por exemplo, você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/02/selva-digital/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_br" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div><p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> <img class="size-thumbnail wp-image-6249 alignleft" src="http://www.toptalent.com.br/wordpress/wp-content/uploads/10282digital-150x150.jpg" alt="" width="261" height="285" /></strong>Segundo Baudrillard &#8220;<em>Simular é fingir ter o que não se tem</em>&#8220;. No entanto, simular não é tão fácil quanto parece (o próprio Baudrillard se vale de uma série de explicações para melhor esclarecer o que ele quis dizer com isso), pois “simular” nesse contexto não é “fingir”, vai muito além dessa idéia.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, você pode fingir que está doente para não ir ao trabalho, porém, isso não é simular. A simulação começa quando você passa a sentir os sintomas reais da falsa doença criada para faltar ao trabalho. E é nesse ponto que começa o problema, como o médico saberá se os relatos descritos pelo simulador são realmente uma doença verdadeira?</p>
<p style="text-align: justify;">De fato ele não saberá. Há circunstâncias em que a simulação é tão bem realizada pelo simulador que ele mesmo perde a linha divisória entre o que é real ou não. É justamente isso o que propõe a teoria do simulacro. A realidade é uma farsa? Ou a farsa é tão real que tomou conta de nós? Em meio a essas idéias inicialmente sem nexo e contrapostas, a selva de concreto se rompe e se transforma em uma selva digital. Com base nesse paradigma (se assim podemos chamar as mudanças ocorridas nesse século), eis que surge um mundo a parte onde cada um se torna autor, personagem ou figurante do espetáculo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse mundo, fatos reais e fantasiosos se confundem, tudo pode ser manipulado, cada um tem em mãos o poder de fazer, desfazer e refazer o que convém. Todos têm seu “lugar ao sol”, com 15 segundos de fama garantidos a qualquer um que tenha uma webcam e um PC conectado a internet. Sabe o Zé da esquina? Em menos de meia hora pode virar celebridade. Desde que sua performance agrade aos usuários da rede. Para se manter informado você não precisa mais comprar um jornal ou assistir a um telejornal, a informação está ao alcance das mãos, basta abrir o notebook, smartphone, etc. Você não precisa mais fazer regime para aparecer magro na foto, basta dominar algumas técnicas de photoshop, e pronto, ter o corpo que sempre sonhou.</p>
<p style="text-align: justify;">As imagens, as histórias, tudo pode ser forjado de uma maneira tão verdadeira que acaba virando uma hiper realidade, na qual as pessoas não sabem diferir a realidade da fantasia, uma passa a se misturar com a outra. Com isso, o mundo virtual que antes era  uma coisa a parte, passa a se relacionar com o homem e ambos tornam-se  parte um do outro. Surgem os ciberespaços( espaços não físicos construídos pelas redes digitais), nos quais a presença física do homem já não se faz necessária para haver comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">E esse mundo cresce de maneira acelerada. A quantidade de informação produzida e ofertada é muito grande. O acesso é rápido, a informação está a disposição de todos, mas nós não damos conta de absorver como outrora. Para acompanhar todo esse processo é necessário deletar, pois, já não há espaço em nosso HD natural (nosso cérebro) para a infinidade de “conteúdos” ofertados. E isso gera um círculo vicioso. É preciso fazer um backup do que presta e salvar, e o supérfluo apenas excluir. Não há mais um aprofundamento da informação, as coisas e as pessoas passam a ser superficiais.</p>
<p style="text-align: justify;">A humanidade passa a ser o espelho do que produz e recebe e, de tanto produzir e receber, pouco processa&#8230; E é nesse contexto caótico e nada perspicaz que surge uma nova organização da sociedade na qual falso e verdadeiro se fundem, na qual a quantidade tomou conta da qualidade e na qual o homem se encontra: perdido e achado. E dois mundos que antes eram distintos agora se apresentam como extensão um do outro, resta saber quem é quem nessa <em>“</em><a href="http://www.angelfire.com/sk/holgonsi/baudrillard.html" target="_blank"><em>alucinação desestabilizada e estetizada da realidade&#8221;</em></a>(BAUDRILLARD).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Lucimara Leandro</em></p>
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