Emprego: falta ou sobra?
Publicado em: 30-08-2010 | Por: Lucas Fabrício Rodrigues | Em: Comportamento, Mercado de trabalho
Tags:desemprego, Emprego, Trabalho
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Através da inteligência e dos polegares das mãos, o homem se diferencia dos outros animais. Com estes recursos, foi possível criar o trabalho, no qual, para o ser humano suprir-se é necessário raciocinar e manipular objetos.
É praticamente impossível o trabalho deixar de existir, pois sem ele a vida do homem tornaria-se monótona. Provavelmente chegará um tempo em que muitos serviços manuais serão substituídos por máquinas de grande avanço tecnológico, mas mesmo assim ainda haverá homens para monitorá-las e fazer os devidos reparos.
Outra função criada pela humanidade na Revolução Industrial é o emprego, além de ter existido há muito tempo na idade média onde haviam os feudos, administrado pelos Senhores Feudais (patrões) e os camponeses (funcionários).
É comum aparecer nos jornais as notícias sobre altos índices de desemprego. Este é um assunto que atrai muitos telespectadores / leitores. Entretanto, nem sempre é a realidade, mas na verdade, o problema está na falta de profissionais qualificados e com os requisitos necessários dos quais as empresas procuram. Enquanto poucos se preocupam em obter essas qualificações importantes, outros esperam conseguir oportunidades mais fáceis de serem conquistadas. Por consequência disto, é óbvio entender porquê uma pequena fatia da população possui riquezas enquanto a maior parte se sacrifica com o trabalho duro. Essa é a principal característica do Capitalismo.
Hoje, pode-se dizer que o trabalho vem sendo substituído pelo emprego, pois já não é muito interessante no mundo contemporâneo ter o trabalho de criar uma obra de arte que exige muito tempo e paciência; e isso dificilmente alguém possui nos dias de hoje.
O trabalho pode ser revitalizado se o homem voltar a viver como a mil anos atrás, época em que existiam os alfaiates, os camponeses, os poetas, etc. Mas o progresso e o avanço da tecnologia vão para o lado oposto, impedindo o retrocesso.
Por Lucas Fabrício Rodrigues

















