Artigos em Destaque

Quanto vale um comercial no horário nobre na TV Globo?Quanto vale um comercial no horário nobre na TV Globo? Muitas pessoas devem se perguntar: Qual o preço de 30 segundos no horário nobre (das 20 às 22 h) da TV Globo? Em uma notícia da UOL foi divulgado que em 2008 o preço de uma inserção estava na casa...

Leia mais...

Último período do curso, e agora o que vou fazer?Último período do curso, e agora o que vou fazer? O último ano de formação de um acadêmico é ao mesmo tempo um alivio e também um grande medo, porque apartir daí você está por conta própria, sem professores, colegas, orientadores e sua preocupação...

Leia mais...

Minha vitóriaMinha vitória Eu acabo de me formar, ainda falta a colação, mas meu primeiro intuito é estudar para concurso, porque minha idade (36) pode ser um empecilho, pois nesta altura eu já deveria ter experiência etc.,...

Leia mais...

O hábito de ler os rótulos nutricionais dos alimentos faz a diferença na sua dietaO hábito de ler os rótulos nutricionais dos alimentos... Todo alimento produzido, comercializado e embalado na ausência do cliente e pronto para ser oferecido ao consumidor deve conter obrigatoriamente rotulagem nutricional. De acordo com o Código de Defesa...

Leia mais...

A importância do intercâmbio na carreira profissionalA importância do intercâmbio na carreira profissional Fluência no idioma inglês e certificados estrangeiros são diferenciais bastante relevantes para aumentar suas chances profissionais e, por conseqüência, financeiras: “Uma pesquisa do Grupo Catho,...

Leia mais...

  • Anterior
  • Proximo

Desenvolvimento sustentável nas empresas: será possível?

Publicado em: 14-07-2010 | Por: Susana Byun | Em: Atualidades, Cotidiano, Sustentabilidade

Tags:,

0

A recente tragédia ambiental envolvendo derramamento de milhões de litros de óleo na costa sul dos EUA remete a uma longa e polêmica discussão sobre a dicotomia entre a economia hodierna e a sustentabilidade. Afinal, será possível o chamado desenvolvimento sustentável nas empresas de hoje?

Bom, o sistema capitalista, por si só, não é nada sustentável. Pelo contrário: para a manutenção e sobrevivência dos ciclos inerentes a esse processo contínuo do mercado, necessita-se de uma grande quantidade de recursos naturais, espaço físico para alocar pessoas e equipamentos, uso de combustíveis fósseis – e poluentes – para fornecer energia e garantir a locomoção da sociedade, e muitas outras atividades que requerem a exploração da natureza, cada vez mais abusiva pelo aumento da demanda global.

O derramamento de óleo pela BP não é um episódio isolado de desastres ambientais decorrentes de falhas ou acidentes de empresas. Há todo um histórico de corporações – principalmente na área de petróleo, construção civil e indústrias – que, devido às exigências que envolvem seus negócios, acabam extrapolando e danificando demasiadamente a natureza.

O fato é que as empresas sempre necessitarão usar recursos naturais e, dessa forma, contribuir – ainda que indiretamente – com a poluição e exploração de recursos do planeta. No entanto, acredito que podemos abordar essa realidade de forma diferente: adotar um posicionamento já é um grande passo para a mudança do comportamento das empresas em relação a preservação ambiental. E é isso o que muitas organizações estão fazendo hoje.

Em uma disciplina optativa na FFLCH que cursei no ano passado, chamado Relações Internacionais e Meio Ambiente, discuti sobre o tema desenvolvimento sustentável (sustentabilidade + desenvolvimento econômico) e a interface das empresas com a questão da preservação ecológica, do investimento na sociedade local e atuação de diversos players desse âmbito (governo, ONGs, conferências globais, etc).

A tendência é de que uma crescente quantidade de empresas adote e defenda a sustentabilidade. Isso traz não só uma consolidação positiva da reputação e da marca corporativa, mas delineia políticas mais incisivas de responsabilidade ambiental, reduz custos e promove vantagens competitivas perante os consumidores.

Mas falar é fácil: um discurso “florido” muitas vezes não está coerente com as práticas reais da empresa. Isso ocorre não só no ambiente corporativo, mas no cotidiano da própria sociedade. Às vezes, os hábitos e vícios de um estilo de vida já solidificado impedem o uso inteligente e racional de recursos pelas pessoas por, talvez, requerer um esforço extra ou significar a abdicação do conforto e praticidade.

O posicionamento que eu me referi antes entra aqui como uma solução para o possível desenvolvimento sustentável corporativo, pois é a junção entre o discurso e a prática. Dessa forma, um dos maiores desafios que as empresas devem enfrentar é a conciliação do que é dito com o o que é feito na verdade, a realidade.

Por Susana Byun

Related Posts with Thumbnails


Deixe um Comentário!

Bad Behavior has blocked 120 access attempts in the last 7 days.