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Freelancer

Publicado em: 25-03-2010 | Por: Ricardo Augusto Lombardi | Em: Comportamento

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Há uma nova modalidade de relacionamento no ar. O freelancer. Sim, de novo mesmo só a denomiação porque a técnica não me parece tão nova assim. O freelancer é aquele cara ou aquela mina que o parceiro utiliza somente para pequenas aventuras, sem o menor envolvimento e sem preocupação com o sentimento.

Alguns meninos preferem fazer chacota com a freelancer e chamá-la carihosamente de “BA”, use a imaginação que vai descobrir rapidamente o singinficado disso. Não conseguiu? Então tente relacionar com a sigla que as meninas também digamos, avacalham o freelancer: “PA”…aaahhh, sacou hein, hein, hein….

O freelancer ou a freelancer são minos e minas bacanas. São bons papos, bons companheiros, “amiguinhos”, não amigos de verdade, daqueles que você abre sua vida, conta seus anseios, compartilha suas dúvidas, não, nada disso, “amiguinho”, tipo aquele que você conta o que tá fazendo da vida, o que fez de novo durante o intervalo que não se encontraram, enfim, aquele papinho furado.

Até porque o ou a freelancer são dignos somente desse tipo de atividade, que antecede o descarrego sexual, o popular desencalhe, ou na melhor significância, a troca do óleo, sabe como é né? E como é freelancer, você pode se utilizar de vários deles e quanto mais melhor, afinal freelancer não tem vínculo empregatício, permite acúmulo de funções e agrega mais valor ao produto final.

Em compensação, o freelancer não oferece nenhuma segurança. Pode acabar da noite para o dia. De repente ele encontra um emprego mais estável, com garantias, benefícios, que gera mais confiança e é batata, freelancer é tudo a mesma raça, basta aparecer uma proposta de estabilidade que eles abrem mão de todos seus clientes. Ou, na pior das hipóteses, tornam-se freelas fixos…

Por Ricardo Augusto Lombardi

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