Feed Back – Um presente não uma crítica.
Publicado em: 08-03-2010 | Por: André Fabre Ballalai Ferraz | Em: Comportamento, Liderança
Tags:Comportamento, feedback
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O que realmente um feed back significa? É uma crítica, uma lição ou um conselho?
Eu particularmente ouvi de um antigo gestor que deveríamos encarar o feed back como um presente.
Por que um presente?
Refletindo, qual é a obrigação ou mesmo dever de alguém lhe dar um feed back?
(Obviamente que estruturando corretamente, a arte de receber um feed back também depende de como ele foi feito.)
A obrigação é zero, mesmo nas companhias em que a cultura do feed back é incentivada, a motivação (em termos diretos) é puramente egoísta. Para poder subir de posição, preciso de um sucessor, logo o feed back vai garantir a minha ascensão.
Mas claro, que não somos tão maquiavélicos a esse ponto. Muitas vezes recebemos feed backs de amigos, gestores e até pessoas que não gostamos.
No mundo corporativo, as horas custam, cada um tem o seu Hora/Homem (e ultimamente estas H/H`s estão caras). Uma pessoa despender certo tempo de análise do seu perfil, refletir e finalmente ter uma conversa contigo sobre “coisas a se melhorar e coisas a se manter” é realmente um presente. Em termos mais coloquiais o seu “feed backer” esta lhe dando uma boa dica de como não quebrar a cara.
Logo, um bom feed back deve ser precedido de silêncio, digestão e posterior reflexão. Depois destas etapas é que devemos emitir uma opinião sobre o mesmo. E assim como presentes, não deve ser contestado nem trocado nas lojas por um de outra cor.
Certo ou errado, um feed back não deixa de ser um espelho de como somos vistos pelo mundo exterior. Se não concordamos com tal visão, talvez o erro esteja em como nos portamos, qual imagem passamos. Muitas vezes passamos uma imagem errônea sobre nossos comportamentos por simples e pura “self incompetence”.
A maioria dos defeitos que mais odiamos nas pessoas são os nossos piores.
Por André Fabre Ballalai Ferraz


















trata-se de um componente para o desenvolvimento. Para adotar esta prática é preciso estar preparado.